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segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Jurassic Park

"Life Finds a Way" 

Diretor: Steven Spielberg
Roteiristas: Michael Crichton, David Koepp (baseado no livro Jurassic Park, de Michael Crichton)
Gênero: Ficção Científica; aventura; thriller
Trilha Sonora: John Williams (um dos melhores trabalhos dele)
Ano: 1993

Minha nota: 11 (significa que o filme faz parte do meu TOP 10)

Esse filme mora no meu coração. Marcou a minha infância e até hoje continua sendo um filmaço. E o que eu via quando era criança, agora vejo com outros olhos. É sempre emocionante rever Jurassic Park.

Quem foi que viu esse filme quando era criança e não passou a gostar mais de dinossauros? E quem que revê o filme hoje em dia e ainda não continua adorando esse clássico? Até mesmo quem só viu o filme quando já era crescido tem que ama-lo (ou então está morto por dentro).
Um clássico de aventura e sci-fi do nosso querido Spielberg, Jurassic Park nos apresenta um conceito, o explica e também nos deixa momentos de reflexão. Se fosse pra definir o filme em apenas uma frase, eu diria: “Life finds a way”.

Direção, roteiro, produção, música e edição: tudo feito com maestria. É claro que existem aquelas coisinhas que nos incomodam, mas no contexto geral, não atrapalham o que esse filme propôs ser.

"Life Finds a Way"


 Isso é tudo pessoal. Se você não viu Jurassic Park ainda, vai ver agora, pois esse é um clássico indispensável. Não esqueçam de comentar e dizer o que esse filme representa pra vocês.

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sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Cavalo de Guerra

Além de ser um ótimo filme histórico, é antes de mais nada um excelente drama.
Diretor: Steven Spielberg
Roteiristas: Lee Hall, Richard Curtis
Produtores: Steven Spielberg, Kathleen Kennedy
Gênero: Drama; guerra
Trilha Sonora: John Williams
Ano: 2011

Minha Nota: 9,6

Você gosta de filmes com animais? Pra mim existem duas respostas: Eu odeio e eu amo. Como assim? Acontece que eu não gosto de filmes onde os animais agem como humanos (a não ser em filmes de animação). Sabem do que eu estou falando, não é? Animais que falam, animais que jogam basquete e baseball, isso tudo eu odeio, salvo apenas uma exceção pra o filme “A Menina e o Porquinho”, que foi o único que eu gostei (não sei se passa na regra dos 15 anos, então cuidado). Mas quando se trata de filmes em que os animais são animais (e o filme é bem feito), eu posso ver com tranquilidade. Por exemplo: “Sempre ao Seu Lado” que me fez chorar feito criança em um momento de minha vida que eu não chorava nem na base da porrada. Aí vem esse filme sensacional (War Horse – Cavalo de Guerra) que me fez derramar algumas lágrimas novamente.

O longa, além de ser um ótimo filme histórico é, antes de tudo um excelente drama. A trama de todo o filme gira em torno do Joey, um cavalo que é comprado em um leilão, a partir daí inicia-se uma amizade entre o cavalo e o filho do seu comprador. O início do filme já é uma lição. Uma lição de apego, amizade e persistência (muita persistência), mostrando-nos a persistência do personagem Albert em lutar para impedir que seus pais fossem expulsos de suas terrar, mas principalmente a sua persistência em manter a sua amizade com o Joey, mostrando que eles são capazes de fazer o impossível.

Então partimos pra segunda parte do filme. Tenho que dar os parabéns (mais uma vez) para o Spielberg. O filme mostra-nos vários fatos históricos. Da comemoração pelo início da Guerra até à cena final onde ninguém se orgulha do acontecido mesmo o “lado vencedor”, tudo (ou quase tudo) é bem montado e exibido aos nossos olhos. O choque entre o modo antigo de guerra e as machine guns, o uso dos cavalos na guerra, tudo é bem executado.

Uma das coisas que eu gostei bastante no filme é o fato de mostrarem poucas ou quase nenhuma bandeiras. Assim, às vezes você não sabe ao certo de que lado são os soldados. Isso pode ser incômodo, mas faz sentido. Não importa o lado, havia horas (quase sempre) que ambos os lados não sabiam pelo que estavam lutando. Isso é mostrado com mais clareza na cena onde dois soldados de trincheiras opostas se encontram na “terra de ninguém” *

E o nosso amigo Joey passa por ambos os lados, passa por civis, passa por trincheiras, passa por praticamente toda a guerra. Assim nós vemos a guerra através de vários olhos diferentes.

O final do filme é emocionante, pois é triste e feliz ao mesmo tempo. O cavalo sobrevive e pode continuar a vida com seu dono, mas a menina francesa (a filha do velhinho que faz geleia) morre, em um sinal para o espectador: “não chore apenas de alegria”. O velho que faz geleia diz: “A guerra tirou algo de todos nós”. Esse cena é emocionante.

Isso é tudo, já falei muito. E antes que alguém me chame de putinha **, por me emocionar com filmes com animais, vai ver o filme e me diz se não é foda.
Vejam o filme pessoal. Vale muito a pena. 


* Terra de Ninguém é o nome dado ao espaço entre as linhas de trincheiras de combatentes opostos.

** “É espião esse cara, tá a mando do Bátima”. “Essa fita mostra tudo”. “Isso não prova nada, só prova que o coringa é um filho da puta”. (FEIRA DA FRUTA, Bátima).

Prêmios:
6 indicações ao oscar, além de indicaçãos e prêmios no Globo de Ouro, BAFTA e outros.


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quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Minority Report


Diretor: Steven Spielberg. 
Edição: Michael Kahn
Roteiristas: Scott Frank, Jon Cohen (Baseado na obra de Philip K. Dick)
Gênero: Ficção Científica
Trilha Sonora: John Williams
Ano: 2002
Elenco: 
Tom Cruise
Colin Farrell
Samantha Morton
Max von Sydow

Minha Nota: 9,5



Previ o futuro nesse filme. Quando eu vi o filme eu não sabia porra nenhuma sobre ele, quem era o diretor, o roteirista e etc. Tudo que eu sabia era que o protagonista era interpretado pelo Tom Cruise. Ao longo do desenvolvimento do filme fui percebendo certas características e peculiaridades que me fizeram pensar: “Essa porra tá muito com cara de Steven Spielberg”. Então no final do filme aparece: “Direct by Steven Spielberg”. Previ o futuro igual aos pre-cogs. Mas foda-se isso, não?

O filme é, resumindo no melhor jeito nacional, foda pá carai. O filme é baseado na obra (que leva o mesmo nome) de Philip K. Dick. Nunca li o livro, então não posso dizer se é uma boa adaptação. Mas sendo ou não um boa adaptação, é uma obra em uma mídia diferente assim como outras adaptações. Seja fiel ou não a obra original, temos que aprender a julgar sem comparar.

ATENÇÃO PROS SPOILERS A PARTIR DAQUI:

O que importa é que o filme é excelente. Apresenta muito bem a história, além de ter um roteiro muito foda, dando ao filme um desenvolvimento que te surpreende. O início do filme já te apresenta de cara uma ideia nova e muito interessante pra ser pensada e discutida. O filme lida o tempo todo com o famoso “e se...?”. E vale admitir que nem sempre o conceito fica bem representado durante todo o filme.

“E se...?” – The Minority Report


Em mais um dia de trabalho o personagem interpretado pelo Tom Cruise diz: “Quem é o idiota que ainda anda premeditando um assassinato?” A surpresa vem pra ele e pra nós quando ele descobre que ele será o assassino. Então começa a jornada do protagonista para provar que ele é inocente. O final disso nós já conhecemos: tudo foi uma armação pra fazer com que ele fosse preso, pois estava descobrindo umas paradinhas meio suspeitas. Isso fica interessante, mas ao mesmo tempo a execução de certas partes e da própria história deixa a parada meio confusa.

Eu gostei pra caralho do filme, foi divertido, foi interessante e teve um bom mistério. Mesmo assim vou mencionar algumas coisas loucas:
- Quem foi o desgraçado que meteu um ralo gigante no tanque onde ficam as peças mais valiosas do programa? WTF!?


Em relação ao final do filme: foi foda. O final foi a conclusão excelente sobre o poder haver um Minority Report. Mas na minha opinião o filme deveria ter acabado aí. Nada de mostrar o fim do Programa Pré-crime, nada de mostrar a família feliz, nada de mostrar os garotos dotados isolados em uma ilha. O final perfeito pra mim seria a estrada no escuro.

Valeu Spielberg por mais um filme foda.


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quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull

Diretor: Steven Spielberg.
Roteiristas: David Koepp (História de George Lucas e Jeff Nhanson)
Produtores: Frank Marshall
Gênero: Aventura
Trilha Sonora: John Williams

Minha Nota: 4,5



Não é fácil pra mim dar uma nota dessas pra Indiana Jones. Também não é comum eu não gostar de um filme de Steven Spielberg. Eu realmente não quero falar sobre esse filme.

O filme teve algumas poucas coisas "legais", mas foi um decepção. Puta merda que merda.





Isso é tudo pessoal. Se você gostou do filme eu repeito a sua opinião, então também respeite a minha.

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Vlw galera!


sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Indiana Jones and the Last Crusade

Diretor: Steven Spielberg
Roteiristas: Jeffrey Boam (História de George Lucas e Menno Mejes)
Produtores: Robert Watts
Gênero: Aventura
Trilha Sonora: John Williams
Ano: 1989


Minha Nota: 11 (nota 11 significa que o filme faz parte do meu TOP 10)



De todos os filmes da franquia, esse é o meu preferido. Muita gente prefere o primeiro, mas pra mim, The Last Crusade é genial.  É o perfeito fechamento da franquia, coisa que o quarto filme não fez nada bem (mas depois a gente fala sobre isso).


A história e o roteiro desse filme são majestosamente bem montados e desenvolvidos. As referências e pensamentos dos personagens transportadas a realidade são muito fodas. Quer um exemplo? No início do filme, o Indiana fala pra sua turma que a arqueologia na maior parte do tempo se resume a leitura, pesquisa e estudos demorados e não apenas a encontrar tudo marcado com um X. Isso pode ser presenciado no longo tempo de pesquisa de seu pai [Henry Jones] que mostrou ao Indy o X para encontrar o início da última cruzada.



Além de voltar às origens do primeiro longa da franquia, com cenas de ação empolgantes regadas ao bom humor, The Last Crusade possui cenas memoráveis. Podemos citar várias aqui, como as cenas de diálogo entre o Indy e seu pai, além de várias cenas de ação fantásticas. Mas vamos falar das cenas mais icônicas do filme (ou seja, “vamô sê clichê”):

As cenas finais do filme são fodas por fazerem ligação com todo o roteiro do filme, além de te surpreenderem o tempo todo. Vamos no passo à passo:


- O Henry Jones está baleado e o Indy pode salva-lo se conseguir trazer o “Holy Grail” pra o seu pai. Primeiramente, o Indy não acreditava que o “Holy Grail” possuísse algum poder, mas naquele momento tudo que lhe restava era tentar: "apenas o penitente passará”. Então ele sobe os degraus, seus primeiros passos como “believer”?  (ou não)


- Seguem-se os passos para a vida eterna: Humildade, Conhecimento e. Muito bem construído e ligado ao roteiro do filme.
- Aí se encontra uma das cenas mais fodas do cinema: The Leap of Faith




- Essa cena é muito foda: a cobiça pela eternidade trouxe a morte. 


E quando a situação se inverte, está o Indy a cometer o mesmo erro da Elsa, quando seu pai, que o tinha chamado de Júnior o filme inteiro, diz seu nome: “Indiana”. A música para e ele diz: “Indiana, let it go” PUTA MERDA. É FODA PÁ CARALHO.










Falando Mal:


Mesmo sendo um filme que mora no meu coração, The Last Crusade também tem aquelas coisinhas que incomodam. 
A cena que Indy e seu pai estão no avião sendo perseguidos por outros caças é muito sem sentido, pois ali eles deviam ter sido obliterados por aqueles pilotos. Das três uma: ou os pilotos eram uns merdas, ou estavam bêbados, ou então foda-se. E outra... aquela cena em que o Indy dá de cara com Hitler é muito louca, eu não sabia que era tão fácil assim chegar perto do Hitler. O Indy poderia ter evitado uma guerra, não?


Curiosidades:


- O Indy e seu pai são imortais? Não, eles não se tornaram imortais. Eles beberam do Holy Grail, mas o cavaleiro diz que o preço pela imortalidade é permanecer nos limites da caverna (o que é uma merda).
- Nesse filme, descobrimos o verdadeiro nome do Indiana. Sendo que Indiana era o nome do cachorro da família. Como o "Júnior" não gostava do seu nome, pois nele mesmo o apelido de Indiana.



Run!



Bom galera, isso é tudo. É assim que deveria ter terminado a franquia: os quatro cavaleiros cavalgando em direção ao horizonte. O final perfeito.


Link para o post Indiana Jones and the Raiders of the Lost Ark:
http://homecinemaalpha.blogspot.com.br/2014/10/indiana-jones-and-raiders-of-lost-ark.html
Link para o post Indiana Jones and the Temple of Doom:
http://homecinemaalpha.blogspot.com.br/2014/10/indiana-jones-and-temple-of-doom.html

Comentem aí. Deixem a sua opinião sobre esse clássico. Se eu caguei regra em alguma coisa, podem falar.
E em breve vamos falar sobre o quarto filme da franquia.

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sábado, 25 de outubro de 2014

Indiana Jones and the Temple of Doom

Diretor: Steven Spielberg
Roteiristas: Willard Huyck, Gloria Katz. (História de George Lucas)
Gênero: Aventura
Trilha Sonora: John Williams
Ano: 1984

Minha Nota: 8,8



Tá aí um filme que me deixou traumatizado quando eu era criança. A parte em que o sacerdote boladão arranca o coração do outro cara me dava arrepios. Claro que hoje não é a mesma coisa. Eu vejo esse filme como algo mais comédia, apesar de ter algumas cenas que, quando eu era criança, me deixavam com um certo cagaço. 
Algumas pessoas tem problemas com esse filme e não vejo um motivo justo pra não se gostar dessa obra. É certo que o filme anterior, Raiders of the Lost Ark, é melhor, mas Temple of Doom também é divertido.

O filme tem várias cenas clássicas. A cena em que eles saltam do avião com o bote é marcante, apesar de ser impossível (mas não para o Indy). A famosa cena da ponte; sempre que vejo uma ponte de cordas e madeira, vem na minha cabeça: "INDIANA JONES". Além disso o filme tem a participação do "Very Funy" He Huy Quan, que ficou famoso por seu papel nesse filme e também no filme Os Goonies.

Quando eu vi esse filme pela primeira vez achei que ele fosse uma continuação do primeiro (eu era criança). Mas revendo os filmes um pouquinho mais velho, percebi que o 1º filme se passa em 1936, já o 2º se passa em 1935. Eu achei foda ter descoberto isso (eu era criança, lembrem). E na verdade essa foi a ideia de George Lucas: fazer um prequel, pois ele não queria que os nazistas fossem, novamente os vilões do filme (pelo menos é isso que contam pra gente).

Outra coisa interessante foi a presença do saudoso lutador inglês Pat Roach em todos os 3 primeiros filmes. No primeiro filme ele interpreta um dos capangas que lutam com o Indy no Nepal e também faz o papel do alemão gigante que é destroçado pela hélice do avião. Já no segundo filme ele faz o papel do supervisor brucutu das minas onde são escravizadas as crianças. E no terceiro filme ele aparece rapidinho, whatever. Ele foi um dos poucos a morrer duas vezes no mesmo filme.

Raiders of the Lost Ark, 1ª aparição
Raiders of the Lost Ark, 2ª aparição
Temple of Doom


Temple of Doom foi criticado por mostrar de forma equivocada a Índia e o hinduísmo. Pode até parecer bobo, mas quando eu era criança, eu realmente achava que os hindus comiam cobras vivas e cérebro de macaco (e pode ser que comam mesmo kkkkkkkkk), e faziam rituais envolvendo sacrifícios humanos.




Além de tudo isso, temos também um belo easter egg do nosso amigo George Lucas.
Nem preciso explicar. Entendedores entenderam.
Premiações:
- Melhores Efeitos Visuais (Venceu)
- Melhor Trilha Sonora (Indicado)

Além de vários outros prêmios.


Bom, galera vamos ficando por aqui. E recomendo que vejam o filme se ainda não viram. É um ótimo filme de aventura.


Link para o post Indiana Jones and the Raiders of the Lost Ark:
http://homecinemaalpha.blogspot.com.br/2014/10/indiana-jones-and-raiders-of-lost-ark.html

"5 minutos, e você estará aqui novamente"

Isso é tudo pessoal. Comentem aí, deixem a sua opinião sobre esse clássico.

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terça-feira, 21 de outubro de 2014

Indiana Jones and the Raiders of the Lost Ark

Diretor: Steven Spielberg
Roteirista: Lawrence Kasdan. (História de George Lucas)
Produtores: Frank Marshall. Produção Executiva: George Lucas, Howard Kazanjian
Gênero: Aventura
Trilha Sonora: John Williams

Minha Nota: 9,1

Tá aí um filme que nunca fica chato. Eu vi quando criança e me apaixonei pela franquia Indiana Jones. Sempre revejo e nunca deixei de gostar. Sempre que alguém me pede pra indicar um filme de aventura, eu não penso duas vezes antes de falar: "Indiana Jones é claro".
Acho que a maioria das pessoas já viu ao menos um filme dessa franquia, e se você ainda não viu, pode começar a ver.

Então vamos iniciar uma série de posts sobre os quatro filmes da franquia e no final vamos falar sobre "o personagem Indiana Jones" que é um dos meus personagens mais queridos.

Raiders of the Lost Ark


O primeiro filme da franquia levou um bom tempo pra sair do papel, pois a ideia já estava pronta, mas a vontade de passar a ideia pra telas do cinema ficou engavetada por um bom tempo, apenas na cabeça do George Lucas (pelo menos é isso que contam pra gente).
Em suas conversas com Steven Spielberg, George Lucas lhe apresentou a ideia do personagem e da história inicial. Várias ideias surgiram do Spielberg, do Lucas, e do Kasdan, sendo que esse último foi o responsável por adaptar todas as ideias ao roteiro. Nem todas as ideias discutidas inicialmente foram colocadas nesse primeiro filme, sendo que algumas foram aproveitadas na sequência (Temple of Doom).

Esse primeiro filme é excelente. São cenas de ação empolgantes com tons de humor sensacionais. Além de uma boa história e personagens carismáticos. Harrison Ford tá... sem comentários. Sou muito fã desse cara. Além disso o filme tem várias cenas que se tornaram ícones do cinema.


Premiações:
O filme foi indicado em oito categorias do oscar, vencendo em quatro dessas categorias.

- Melhor Diretor
- Melhor Filme
- Melhor Mixagem de Som (Venceu)
- Melhor Trilha Sonora
- Melhor Direção de Arte (Venceu)
- Melhor Fotografia
- Melhores Efeitos Visuais (Venceu)
- Melhor Edição (Venceu)


Isso é tudo pessoal. Comentem aí e deixem a opinião de vocês também.
E aguardem que ainda teremos mais posts sobre Indiana Jones. Se você já viu os filmes aproveite pra rever assim como eu, e se você ainda não viu, tá esperando o que infante? kkkkkkk

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